O Estado me incentivando a desistir. Se você não tem influência na sociedade e nem conhece os ensinamentos bíblicos, será uma presa fácil e poderá ser incentivado pelo próprio Estado a procurar o poder paralelo fora da lei. Isso aconteceu comigo. Veja a seguir:
Depois de uma longa espera, ontem, dia 08/06/2026, estava marcado o meu primeiro atendimento com um defensor público. Por motivo justo, não pude comparecer.
Hoje, 09/06/2026, fui até a Defensoria Pública para explicar o motivo da minha ausência. Ao tentar falar com a coordenação do órgão, fui barrado pelo primeiro segurança. Tentei falar com um segundo segurança, mas também fui impedido.
Ao perceber que, além dos seguranças, havia um policial junto deles, dirigi-me ao policial e fiz um apelo, dizendo:
"Senhor policial, os seguranças estão agindo de forma errada, mas o senhor é um policial. Peço que permita que eu tenha acesso a qualquer coordenador ou coordenadora, pois não faz sentido o que os dois seguranças estão me dizendo, que não havia ninguém da coordenação em pleno horário de atendimento, às 10 horas da manhã."
Porém, o policial respondeu que não poderia interferir no trabalho dos seguranças.
Em seguida, tentei ligar para a Ouvidoria da Defensoria Pública, pelo número 129, mas não fui atendido. Também tentei contato com a Ouvidoria do Estado, pelo número 155, e igualmente não obtive atendimento.
Após esse total desrespeito, lembrei que, quando a defesa do consumidor tenta obter uma explicação em qualquer estabelecimento e é impedida de falar com um representante, pode acionar a polícia por meio do CIOPS, e normalmente a polícia comparece prontamente. Então, liguei para o CIOPS de dentro da Defensoria Pública, mas fui informado de que a situação não era de competência da Polícia Militar.
Inconformado, procurei o quartel da Polícia Militar em Caucaia, relatei o ocorrido, mas não tive apoio. Perguntei se poderia ligar novamente para o CIOPS de dentro do quartel, para ter certeza de que eu estava sendo desamparado pelo Estado.
Enquanto a maioria dos policiais me dava pouca atenção, apenas um deles, que estava à minha esquerda, tentava não me ignorar completamente. Liguei novamente para o CIOPS e fui informado mais uma vez de que esse tipo de ocorrência não poderia ser atendido.
Depois saí do quartel dizendo:
"Agora vou até a delegacia contar tudo o que aconteceu e receber mais um desprezo por parte do Estado."
E foi exatamente o que aconteceu.
Ao chegar à delegacia, a recepcionista terceirizada me atendeu muito bem e disse que eu aguardasse a chegada de um policial para conversar comigo. Quando o policial chegou, relatei todo o ocorrido, mas ele respondeu que era assim mesmo, que não via crime em nada do que havia acontecido e que eu deveria procurar a Ouvidoria.
Diante de tudo isso, ao meu ver, houve total desprezo por parte de todos os órgãos envolvidos. Agora pergunto: a quem devo recorrer?
Os horários dos fatos foram os seguintes:
* Defensoria Pública: aproximadamente 10h00;
* Quartel da Polícia Militar: aproximadamente 10h50;
* Delegacia: aproximadamente 11h00.
A primeira ligação para o CIOPS ocorreu por volta das 10h00 e a segunda por volta das 10h50. As ligações para as duas ouvidorias não foram completadas naquele momento.
Meu nome é Antonio Teixeira Melo e gostaria de receber uma explicação sobre tudo o que ocorreu. No entanto, não sei a quem recorrer, pois me senti desprezado por todos os órgãos que procurei.
Telefone para contato: (85) 99999-3563.